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As vinícolas de Mendoza

5 de junho de 2019

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No final do ano, passei uma semana em Mendoza, inclusive passei a virada lá, conforme contei nesse post aqui.

A cidade conta com mais de 1200 vinícolas, então o enoturismo é bastante forte por lá. Mas não é só de vinho que vive Mendoza. Também encontramos opções radicais, como por exemplo: parapente, rafting, passeio de balão, cavalgada e trekking.

Confesso que fui para lá, por conta do enoturismo mesmo, e por isso, deixei de fazer certos passeios que seriam interessantes, para conhecer as 3 principais regiões de vinícolas: Maipu, Lujan de Cuyo e Valle de Uco.

As vinícolas de Mendoza por regiões

Maipu

As primeiras vinícolas que visitei, foram na região de Maipu,  a 20 km do centro de Mendoza e também, a única que não tem vista para as Cordilheiras.

Então, escolhi duas vinícolas nessa região: a Família Zuccardi e a El Enemigo.

Família Zuccardi

Na Zuccardi, fiz o tour e degustação de azeite, passando pela plantação e todo processo de preparação do óleo. No fim, degustamos 3 azeites com intensidades diferentes. É incrível!

Após o tour, tentamos ir no de vinho, enquanto esperávamos o horário do almoço, mas infelizmente, não deu tempo. Portanto, seguimos para nosso almoço harmonizado. Foram SETE pratos e SEIS vinhos.

Escolhi almoçar na Zuccardi, por todas as referências que recebi, e foi um almoço INCRÍVEL, exceto pelo prato que vinham tripas (a 4 foto de prato com legenda Casa del Visitante), mas isso foi um em sete.

El Enemigo

Após esse banquete, seguimos para a El Enemigo, para mais uma degustação. Eles oferecem diversas opções e fizemos uma de 3 vinhos.

Esse tour foi muito interessante, pois foi apresentado de uma forma diferente. O nosso guia, não falou dos vinhos de um jeito técnico ou como se estivesse falando com um enólogo. Ele explicava os vinhos de um jeito muito simples, sempre citando com quem ele tomaria e com qual acompanhamento.

Uma curiosidade dessa bodega, é que ela é enólogo da Catena Zapata, que falarei um pouco mais para frente.

Lujan de Cuyo

Lujan de Cuyo está a 25 km do centro de Mendoza, é considerada a terra dos Malbecs.

Nesse dia, visitaria 3 vinícolas, mas não consegui vaga na Catena Zapata e tive que reorganizar o planejamento, porque sem a Catena, eu não ficava.

Dessa forma, tive que ir 2 dias nessa mesma região.

Então, em um dia fizemos Achaval Ferrer e almoço harmonizado na Chandon, enquanto no outro, fomos para a Catena.

Achaval Ferrer

A Achaval é uma vinícola pequena e muito linda, com vista para as cordilheiras.

A degustação aqui é muito rápida, o guia apresenta de uma forma bem mais técnica, citando coisas como por exemplo: quanto tempo ele ficou em barricas ou quanto tempo ficou engarrafado. Apesar de muito interessante, eu só queria saber de degustar, pois não sou entendedora de vinho, sei se gosto ou não, apenas pelo paladar.

Depois, o guia nos levou rapidamente para ver as barricas e a máquina.

Não degustamos todos os vinhos Achaval Ferrer que estão na foto, foram somente 3 ou 4, mas no final, eles tem uma máquina e é possível comprar uma taça dos vinhos.

Chandon

A cada vinícola que entravamos, soltávamos um “UAU” e na Chandon, não foi diferente. Ela é aquela que faz muito mais sucesso com as meninas.

Infelizmente, não conhecemos a fundo, não fomos na área do tour de como as espumantes são feitas, teríamos que esperar muito e então, desistimos.

Aqui, fizemos um almoço harmonizado, eram 4 pratos, que estavam gostosos, mas não chegam aos pés do outro almoço.

Catena Zapata

Como eu esperei por esse momento!

Conforme já falei, eu entendo de vinho pelo paladar, não ligo muito se o vinho é caro ou barato, porque pra mim, não é isso que diz se ele é bom ou não. Mas os vinhos Catena, para nós, são caros e excelentes.

Então, eu estava na fonte, no lugar em que eles são feitos e podendo comprar por um preço bom, vinhos que aqui custam a partir de R$ 300,00, e vinhos por esse preço, não são para o meu bico.

A chegada nela é especial, logo nos deparamos com a pirâmide, a mesma dos rótulos dos vinhos, e ainda somos recebidos com uma taça de espumante.

O tour começa com um vídeo sobre a família, depois a guia explica sobre a vinícola e então, partimos para a degustação.

De todas que fizemos, a única que tinha alguma coisinha para beliscar junto, era essa.

Cada vinho melhor que o outro, e no fim, mais garrafas para carregar!

Valle de Uco

Antes de ir, li em vários blogs, que essa era a região mais linda de todas, com vista para as cordilheiras e por ser distante uns 100 km do centro, o ideal era pegar um hotel vinícola.

O escolhido foi a Posada Salentein, que não só tem um ótimo preço, mas também é um lugar lindo, rodeado de verde.

Como tivemos o imprevisto da Catena e tivemos que mexer no roteiro, decidimos curtir o hotel e não fazer nenhuma outra vinícola, pois só teríamos 1 dia inteiro, já que chegamos uma sexta por volta das 18:00 horas e fomos embora domingo por volta das 16:00 horas.

Então, curtimos a piscina, a bodega Salentein, onde fizemos o tour mais completo, com a demostração de todas as etapas da preparação do vinho.

Na rua da Salentein, estão diversas outras bodegas, que até tentamos almoçar no sábado, mas não tinham mais vaga e além disso, depender de alguém para levar custa muito caro, ou seja, ter carro é ruim e não ter carro também. Quando falo caro, me quero dizer que para uma distancia de 500m, eles cobram por volta de R$ 90,00 pelo carro.

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Atenção

Se beber, não dirija. Mendoza não é o destino para alugar carro, já que envolve muitas degustações de vinho. Fiz meus passeios com Brasileiros em Mendoza e também com o remis Fernando. Ambos foram excelentes.

Viajar com seguro é fundamental para qualquer viagem e para muitos lugares é obrigatório, então, não esqueçam de fazer o de vocês aqui.

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